Hoje quero falar pra vcs sobre a minha experiência com carros.
Uma vez resolvi comprar um carro junto com a minha mãe, o que por si só, já era uma ideia bem bizarra. Então começamos a pesquisar e fomos à algumas concessionárias. Em uma delas, em particular, resolvi entrar em um dos carros. Era um fiesta branco, e isso se deu em 1997. Até que entrar não foi tão problemático...já sair, foi outra coisa. Pensa num cara entalado...agora adicione uns 38 graus que estava no dia e uma boa dose de pânico. O resultado foi um gordo, suando à cântaros rezando para nossa senhora da vaselina!!!!!!
O problema todo, depois que fui descobrir, foi que o carro era quatro portas, o que é ótimo se o gordo tem que entrar atrás, mas se for dirigir a coisa pode complicar.
Depois disso tive vários outros carros e elegí meus favoritos. Obviamente que não estou contando aqui carros grandes e caros que não fazem mais do que a obrigação de acolher com conforto pessoas de qualquer peso e altura. Estou falando de carros normais e baratos.
O primeiro, na complicada equação ee+ab+dd+tb-efm = c2-dc (espaço de entrada+altura do banco+distância da direção+tamanho da buzanfa-espaço entre o freio de mão=conforto ao quadrado - dor nas costas)foi o Fiat Tipo. Eita carro bom pra gordo. O problema é o custo de manutenção, então não recomendo.
O segundo é o Renault Twingo. Isso mesmo. Aquela cruza de Romi Isetta com Kombi leva um gordo de respeito mais meia vida de tranqueira. Nunca vi uma carro com melhor aproveitamento interno na minha vida.
Então, se vc é gordo, na hora de comprar um carro lembre deste conselho básico:
Quanto maior o tamanho da bunda e barriga, menos número de portas deve ter o veículo.
Um abraço
Ps.: se vc discorda ou tem mais dicas sobre este assunto, mande seu comentário aqui ou pelo meu e-mail.
sábado, 19 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Cirurgia de redução de estômago
Pesando 236 Kg eu ainda me achava bem. Conseguia trabalhar, tinha uma namorada e vivia muito bem. Mesmo assim, por conta de duas ulcerações grandes nas pernas (falarei disso mais tarde) recorri a cirurgia bariátrica (Fob-Capella). Em 2001, quando entrei na faca, não se fazia isso em qualquer hospital, ainda mais com pessoas do meu tamanho. Na época fui internado no hospital Sta. Helena, em São Paulo e 3 dias depois fui para casa, onde começaria uma nova etapa na minha vida (e de todos que conviviam comigo). Depois de perder uns 30 Kg e começar a andar kilometros, ao invés de metros, percebi como minha vida era ruim antes da cirurgia. Andava alguns metros e precisava sentar para tomar fôlego, além de uma péssima vida social, sexual, sentimental. Mas para chegar nela não foi fácil. Passei por uma bateria gigantesca de exames, além de consultas com psicólogo e anestesista. O Dr Sizenando, que me operou, é do tipo de médico que não pensa em dinheiro. Então ele faz de tudo para te convencer a não operar. Sò quando ele está convencido que o caso é para cirurgia é que ele marca a coisa. Imagino que esta banalização deste procedimento que acontece hoje em dia, deve deixar ele bem brabo. Mas como vcs podem perceber, este não era meu caso. Aliás, nos dois meses que separaram a primeira pesada e a cirurgia eu engordei mais 14 Kg. Isso mesmo. No dia da bagaça eu estava com 250 Kg. É mole????
De qualquer maneira, sou outro homem hoje, apesar de ainda estar com 148kg e ainda não ter feito as plásticas onde, parece, ainda sai mais uns 20 ou 30 kg.
Caso vc esteja pensando em fazer uma cirurgia dessas, me mande suas perguntas e terei prazer em responde-las.
De qualquer maneira, sou outro homem hoje, apesar de ainda estar com 148kg e ainda não ter feito as plásticas onde, parece, ainda sai mais uns 20 ou 30 kg.
Caso vc esteja pensando em fazer uma cirurgia dessas, me mande suas perguntas e terei prazer em responde-las.
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